Todos sabem que este é o blog em que a mãe da Lívia enlouquece, mas de quando em quando, o pai também deve dar uma passadinha aqui para relatar a sua sandice.
Neste primeiro post, publico um poeminha que escrevi agora mesmo, pensando no aniversário de quatro meses da nossa pequenininha:
Lembro-me do prazer que me invadiu
Quando primeiro soube que existias
(E então eras somente dois risquinhos
Feitos de urina num papel poroso);
Hoje, enquanto completas quatro meses
Aquilo me parece tão pequeno
Que faltam condições de imaginar
Que sentimentos dará o porvir.
Mães que amam demais - Livro de Frederico Mattos
A minha sogra me emprestou esse livro e adorei! Ele aborda os comportamentos maternos (e paternos) que comprometem a educação e a relação futura dos pais com seus filhos. O livro é muito didático e super leve, não faz a gente acreditar que somos vilãs, mas nos mostra que, muitas vezes por causa de emoções mal resolvidas do passado enquanto filhas (os), culpa, educação, entre outras coisas, agimos de forma opressora na criação e sufocamos nossos filhos. Ele fala do quanto queremos ser importantes para nossos bebês, mas esquecemos que eles precisam de independência para serem seres humanos completos. Segue alguns trechos bem legais:
"(...) a mãe precisa se colocar num papel inicial indispensável, depois parcialmente dispensável, até ser dispensável. Uma qualidade fundamental do amor maduro é a liberdade."
A mãe que ama demais "tem o filho para si mesma e, portanto, desconsidera o surgimento de uma personalidade independente da sua própria."
"A superproteção é como um vício que se torna compulsário com o tempo."
"Se a mãe não é capaz de compreender qual a necessidade crescente e evolutiva do filho é porque está presa no seu desejo único de ser mãe e cuidadora e não no seu crescimento real."
Recomendo a leitura para todas as mães, das gestantes às avós!
Quando o pediatra da maternidade tenta matar os pais de tristeza e nervosismo
Como já postei anteriormente, a Lívia nasceu dia 10 de dezembro de 2012, uma segunda-feira, em uma maternidade de Campinas - SP. Foi tudo lindo, perfeito (dentro do possível, já que precisei de umas cesária)! A pequena foi para o quarto quando voltei da recuperação da anestesia e nunca senti emoção maior na minha vida do que quando a minha filha abocanhou meu peito e comeceu a mamar. Um pouco desajeitada, mas muito fofa!Não senti grandes dificuldades, mas notei que só saia o colostro (aquele primeiro "leite, mais ralo e cheio de anticorpos).
Até aí tudo bem. No dia da alta hospitalar, na quarta-feira, tudo pronto para irmos embora, só faltava a alta do pediatra. Eis que ela chega com uma cara de velório e diz que minha filha perdeu muito peso e por muito pouco não teria que ficar internada mais uns dias. Ela nasceu com 2790gr e saiu com 2490gr. De acordo com a pediatra eles não podem dar alta para bebês com menos de 2500gr.
Disseram que a minha bebê tinha a língua presa e que por isso não estava mamando direito. Precisávamos sair da maternidade e passar direto comprar uma fórmula pra dar na mamadeira pra ela e marcar um pediatra para dali a 3 dias! Ficamos arrasados... e revoltados! Por que ninguém me avisou antes que minha filha estava perdendo tanto peso? Por que deixaram pra ver isso no dia da alta? Que raiva!!!!!
Saímos direto para a farmácia e compramos a fórmula e, chegando em casa, tentamos dar para a pequena. Que desastre, mais leite pra fora do que pra dentro e uma dificuldade enorme de pegar o bico da mamadeira!
Pensei, pensei e pensei... coversei muito com o marido e decidimos: vamos tentar só o peito e ver no que dá! Já havia lido que raramente língua presa prejudica a amamentação!
Resultado: a Lívia ganhou peso, ficou super forte e não pega a mamadeira até hoje!
O que quero dizer com isso é que devemos confiar no nosso instinto e ter um pensamento crítico para não confiar no julgamento de um único médico! Se fosse pela pediatra da maternidade (que não notou a perda de peso da minha filha antes do dia de ir pra casa) a minha bebê estaria tomando fórmula sem necessidade e não estaria mais mamando no peito! Sem contar o estresse que nos causou nos dias que deveriam ser os mais felizes de nossas vidas!
Chegar em casa com um bebê recém-nascido já é complicado, dá um medinho de não fazer as coisas certas, agora chegar assustada porque sua filha passa fome já é demais, né?
Ainda bem que deu tudo certo!
Temos mais histórias caóticas para contar, mas fica pra outro post!
Até aí tudo bem. No dia da alta hospitalar, na quarta-feira, tudo pronto para irmos embora, só faltava a alta do pediatra. Eis que ela chega com uma cara de velório e diz que minha filha perdeu muito peso e por muito pouco não teria que ficar internada mais uns dias. Ela nasceu com 2790gr e saiu com 2490gr. De acordo com a pediatra eles não podem dar alta para bebês com menos de 2500gr.
Disseram que a minha bebê tinha a língua presa e que por isso não estava mamando direito. Precisávamos sair da maternidade e passar direto comprar uma fórmula pra dar na mamadeira pra ela e marcar um pediatra para dali a 3 dias! Ficamos arrasados... e revoltados! Por que ninguém me avisou antes que minha filha estava perdendo tanto peso? Por que deixaram pra ver isso no dia da alta? Que raiva!!!!!
Saímos direto para a farmácia e compramos a fórmula e, chegando em casa, tentamos dar para a pequena. Que desastre, mais leite pra fora do que pra dentro e uma dificuldade enorme de pegar o bico da mamadeira!
Pensei, pensei e pensei... coversei muito com o marido e decidimos: vamos tentar só o peito e ver no que dá! Já havia lido que raramente língua presa prejudica a amamentação!
Resultado: a Lívia ganhou peso, ficou super forte e não pega a mamadeira até hoje!
O que quero dizer com isso é que devemos confiar no nosso instinto e ter um pensamento crítico para não confiar no julgamento de um único médico! Se fosse pela pediatra da maternidade (que não notou a perda de peso da minha filha antes do dia de ir pra casa) a minha bebê estaria tomando fórmula sem necessidade e não estaria mais mamando no peito! Sem contar o estresse que nos causou nos dias que deveriam ser os mais felizes de nossas vidas!
Chegar em casa com um bebê recém-nascido já é complicado, dá um medinho de não fazer as coisas certas, agora chegar assustada porque sua filha passa fome já é demais, né?
Ainda bem que deu tudo certo!
Temos mais histórias caóticas para contar, mas fica pra outro post!
Travessuras de mãe - Livro da Denise Fraga
Gente, AMEI esse livro! Que a Denise Fraga é engraçada a gente sá sabe, mas falando as verdades da vida de mãe é bom demais! Super recomendo! São crônicas curtas e deliciosas para a gente ler rapidinho (já que tempo é um artigo de luxo quando se tem um bebê em casa). Quando só faltava uma crônica para acabar eu fiquei sem mexer no livro por semanas para economizar, com dó de terminar!
Segue um trechinho da crônica "Amor que dói":
"Aproveita que passa rápido! Quantas vezes ouvimos isso com nossos pequenos nos braços? Me dá nervoso! Você ali, na praça, curtindo o pqueno e já vem um saudosa de plantão pra lembrar que aquilo vai acabar rápido! Quando eles eram pequenos, não entendia direito essa aflicão. Fraldas e mamadeiras fazem os primeiros dois anos parecer uma eternidade. Mas, outro dia, conhecendo o bebê de uma amiga, foi fatal. Sem querer saiu, dessa vez da minha boca: aproveita que passa rápido! Fiquei chocada."
Peito de pai
Vi esse texto lindo no http://potencialgestante.com.br/ e não pude não pensar no maridão. O Fábio é o melhor pai do mundo, fica com a Lívia quando vou trabalhar e sempre tira um sorriso lindo do rosto da nossa pequena! Ela ama esse peito quente e acolhedor!
"É verdade que peito de pai não sai leite, mas também não é empedrado.
Peito de pai não alimenta, mas sobressalta, pulsa e se assusta.
Não é tão macio e aconchegante, mas pode servir como um bom escudo.
De tum-tum em tum-tum forma-se um timbre, acorde, melodia até virar uma sinfonia.
Você não ouve, mas enquanto você se desenvolve, chora e cresce a música produz força.
Dessa força o peito cresce, fica forte e cabe todo mundo, você, seus irmãos, a nossa família.
Meu coração é de carne e no meu peito bate sim um grande amor.
Não tenho vergonha de mostrar meu peito em público, ele é todo seu, é nosso.
Enquanto eu viver, meu peito vai sempre estar disponível para você, e em livre demanda."
A encantadora de bebês - livro
Esse foi o primeiro livro que li quando descobri que estava grávida (e li duas vezes para garantir que estava aprendendo tudo sobre ser mãe e como sobreviver a maternidade e ainda obriguei o marido a ler também).
O livro é muito bom, até você chegar em casa com seu bebezinho. Ele aborda temas como o sono, o choro, a amamentação, etc. Mas na prática muita coisa não consegui aplicar.
As explicações são ótimas, mas foge muito do instinto. Lembra muito um manual do que fazer e como fazer, mas no dia a dia achei muito difícil seguir os conselhos.
Uma coisa que acho que não é legal é a crítica a livre demanda da amamentação, sugerindo inclusive que o bebê pode chorar por super alimentação. Pode funcionar com algumas mães e seus bebês, mas comigo e com a Lívia não dá certo. Cada dia é um dia e a Lívia tem fome em intervalos irregulares.
Vale a pena a leitura, mas não dá pra achar que lendo o livro estaremos prontas para solucionar os problemas que vão aparecer.
Relato do parto
O parto de Lívia foi cesária, não por escolha, mas por necessidade. Eu tive contrações fortes com amolecimento do colo do útero a partir da 20a semana de gestação e, com isso, tinha confiança de conseguir um parto normal, mas não foi assim que aconteceu.
As minhas contrações pioraram muito no decorrer das semanas até a 37a semana, quando não conseguia nem mais dormir de tanta dor, parecia que minha barriga iria rasgar em cada movimento meu.
Minha médica pediu um exame chamado cardiotocografia, exame este que afere as contrações, sua intensidade, os batimentos cardíacos do bebê e seus movimentos. No exame deu pra notar que, cada vez que eu tinha uma contração, o batimento cardíaco da Lívia baixava e ela não conseguia recuperar com eficiência até a próxima contração, ou seja, ela estava ficando cansada de tanto aperto. Fizemos esse exame numa 5a feira e a médica, não gostando do resultado, pediu que fosse repetido no domingo. Domingo??? Achei super estranho a médica marcar um exame no domingo, já comecei a pensar que realmente algo não estava muito legal.
Voltamos no domingo que as contrações estavam piores e os batimentos da bebê mais comprometidos. Foi feito um exame de toque e nada de dilatação, nada de amolecimento do colo, ou seja, nenhum sinal de paro normal. As contrações não eram efeitivas, elas apertavam minha barriga de um lado para o outro e não de cima para baixo, o que faria a bebê encaixar no canal de parto. A médica foi categórica: não dá mais pra esperar, a Lívia nasce amanhã!
Senti um misto de alegria e apreensão, queria um parto normal, mas as coisas caminharam para a cesária, mesmo com todas aquelas contrações. Não posso afirmar para vocês que a decisão da médica foi a melhor, que realmente não dava para esperar mais um pouco, que a cesária era a opição certa naquele momento. Quem tem coragem de ir contra a decisão médica e correr o risco de prejudicar seu bebê? Eu não tive!
Fomos bem cedo para a maternidade e a Lívia nasceu as 8:29 do dia 10 de dezembro de 2012 pesando 2790 gramas e medindo 47 cm! Foi uma alegria gigante poder sentir minha filha, sentir seu cheiro, ver seus olhinhos me reconhecendo! Senti um amor imenso por ela e pelo meu marido, por estarmos juntos nesse momento mágico, por subirmos mais esse degrau na nossa vida!
O parto foi tranquilo, mas confesso que a recuperação da cesáriana não é nada mágico, dói pra caramba, é ruim pra sentar, pra deitar, pra amamentar, e ainda tem que cuidar do curativo. Tive dor por mais de 40 dias, tive alta médica, mas ainda sentia dor. Não é legal, mas também não foi o fim do mundo.
Tivemos alguns problemas na alta médica da Lívia, mas isso é assunto para outro post.
Bom, depois dessa experiência posso dizer que nem sempre as coisas saem como o planejado, mas que a nascimento de um filho é uma emoção indescritível.
Existe muitas campanhas em pró do parto normal, o mais natural possível e sou super a favor disso. Acho que devemos mesmo deixar a natureza agir e interferir o mínimo possível. Também sei (e senti na pele) que as mulheres que fazem cesária sofrem preconceito. Preconceito por não quererem sentir dor, por oferecerem mais risco para os bebês, por fazerem um parto hospitalar, medicamentoso, cirúrgico e nada natural. Mas como mãe e ex-gestante que precisou de uma cesária acho que essa hostilidade com essas mães é muito cruel, eu não fiz cesária por gosto, mas não sou menos mãe por ter precisado de uma. E mesmo aquelas que decidiram pela cirurgia não são menos mães ou mães menos amorosas por isso.
Sou militante do parto natural, mas peço que as pessoas sejam mais carinhosas e solidárias às mulheres que precisaram ou optaram pelo parto cirúrgico. A sociedade ainda precisa de muitas mudanças para que a gestante se sinta segura e posso dar a luz seus filhos naturalmente, sem medo e sem precoceito.
Ainda vivemos em uma sociedade que valoriza a medicalização, a intervenção médica, a analgesia e anestesia. Se escutamos que sentir dor é coisa de animais, que não podemos reclamar das dores do parto porque "fazer foi bom" e muitos obstetras se recusam a realizar o parto por ser no feriado ou na madrugada, precisamos de muitas mudanças para que a mulher se sinta segura de parir seus filhos de forma mais humana e feminina.
As minhas contrações pioraram muito no decorrer das semanas até a 37a semana, quando não conseguia nem mais dormir de tanta dor, parecia que minha barriga iria rasgar em cada movimento meu.
Minha médica pediu um exame chamado cardiotocografia, exame este que afere as contrações, sua intensidade, os batimentos cardíacos do bebê e seus movimentos. No exame deu pra notar que, cada vez que eu tinha uma contração, o batimento cardíaco da Lívia baixava e ela não conseguia recuperar com eficiência até a próxima contração, ou seja, ela estava ficando cansada de tanto aperto. Fizemos esse exame numa 5a feira e a médica, não gostando do resultado, pediu que fosse repetido no domingo. Domingo??? Achei super estranho a médica marcar um exame no domingo, já comecei a pensar que realmente algo não estava muito legal.
Voltamos no domingo que as contrações estavam piores e os batimentos da bebê mais comprometidos. Foi feito um exame de toque e nada de dilatação, nada de amolecimento do colo, ou seja, nenhum sinal de paro normal. As contrações não eram efeitivas, elas apertavam minha barriga de um lado para o outro e não de cima para baixo, o que faria a bebê encaixar no canal de parto. A médica foi categórica: não dá mais pra esperar, a Lívia nasce amanhã!
Senti um misto de alegria e apreensão, queria um parto normal, mas as coisas caminharam para a cesária, mesmo com todas aquelas contrações. Não posso afirmar para vocês que a decisão da médica foi a melhor, que realmente não dava para esperar mais um pouco, que a cesária era a opição certa naquele momento. Quem tem coragem de ir contra a decisão médica e correr o risco de prejudicar seu bebê? Eu não tive!
Fomos bem cedo para a maternidade e a Lívia nasceu as 8:29 do dia 10 de dezembro de 2012 pesando 2790 gramas e medindo 47 cm! Foi uma alegria gigante poder sentir minha filha, sentir seu cheiro, ver seus olhinhos me reconhecendo! Senti um amor imenso por ela e pelo meu marido, por estarmos juntos nesse momento mágico, por subirmos mais esse degrau na nossa vida!
O parto foi tranquilo, mas confesso que a recuperação da cesáriana não é nada mágico, dói pra caramba, é ruim pra sentar, pra deitar, pra amamentar, e ainda tem que cuidar do curativo. Tive dor por mais de 40 dias, tive alta médica, mas ainda sentia dor. Não é legal, mas também não foi o fim do mundo.
Tivemos alguns problemas na alta médica da Lívia, mas isso é assunto para outro post.
Bom, depois dessa experiência posso dizer que nem sempre as coisas saem como o planejado, mas que a nascimento de um filho é uma emoção indescritível.
Existe muitas campanhas em pró do parto normal, o mais natural possível e sou super a favor disso. Acho que devemos mesmo deixar a natureza agir e interferir o mínimo possível. Também sei (e senti na pele) que as mulheres que fazem cesária sofrem preconceito. Preconceito por não quererem sentir dor, por oferecerem mais risco para os bebês, por fazerem um parto hospitalar, medicamentoso, cirúrgico e nada natural. Mas como mãe e ex-gestante que precisou de uma cesária acho que essa hostilidade com essas mães é muito cruel, eu não fiz cesária por gosto, mas não sou menos mãe por ter precisado de uma. E mesmo aquelas que decidiram pela cirurgia não são menos mães ou mães menos amorosas por isso.
Sou militante do parto natural, mas peço que as pessoas sejam mais carinhosas e solidárias às mulheres que precisaram ou optaram pelo parto cirúrgico. A sociedade ainda precisa de muitas mudanças para que a gestante se sinta segura e posso dar a luz seus filhos naturalmente, sem medo e sem precoceito.
Ainda vivemos em uma sociedade que valoriza a medicalização, a intervenção médica, a analgesia e anestesia. Se escutamos que sentir dor é coisa de animais, que não podemos reclamar das dores do parto porque "fazer foi bom" e muitos obstetras se recusam a realizar o parto por ser no feriado ou na madrugada, precisamos de muitas mudanças para que a mulher se sinta segura de parir seus filhos de forma mais humana e feminina.
Como tudo começou!
Tudo começou com um enjoo justificado pelo chá verde colocado no suco matinal, seguido de uma cólica infernal por 15 dias sem menstruação que, por sinal, estava super atrasada, mas que a doida aqui nem deu atenção, pq menstruação atrasada é minha especialidade. O marido achou melhor fazer um teste de gravidez de farmácia só pra garantir (ele já desconfiava, só eu mesmo que ainda acreditava no estômago agredido pelo chá verde). Duas listrinhas vermelhas! Pronto, a saga rumo a maternidade começava!
A descoberta da gravidez se deu no dia 04 de maio de 2012 e transcorreu cheia de percalços. Dois sangramentos, repouso, contrações a partir do quinto mês e um parto antecipado . Mas foram os meses mais maravilhosos da minha vida, nunca imaginei amar tanto uma barriga em crescimento!
A Lívia nasceu dia 10 de dezembro de 2012, com 37 semanas e 5dias de cesária. As minhas contrações foram se intensificando a cada dia e eu já não conseguia mais ficar deitada de tanta dor. Fizemos um cardiotoco, exame que avalia as contrações e os batimentos cardíacos do bebê e percebemos que os batimentos da Lívia estavam cada vez mais fracos depois das contrações violentas. O problema: nem sinal de dilatação. Esperamos mais alguns dias e nada. Assim, a cesária mostrou sua cara.
A nossa amadinha nasceu e encheu nossos dias de alegrias, e nossas vidas viraram de cabeça pra baixo! Ninguém sabe o que é ter um bebê até ter um, certo? Fraldas, choros, mamadas, chupeta, berço, sono, banhos, etc, etc, etc. Tanta coisa nova, tanta coisa a aprender, tantas dúvidas, tanto caos!
E assim, conforme os dias passam, a Lívia cresce e a mamãe enlouquece!
A descoberta da gravidez se deu no dia 04 de maio de 2012 e transcorreu cheia de percalços. Dois sangramentos, repouso, contrações a partir do quinto mês e um parto antecipado . Mas foram os meses mais maravilhosos da minha vida, nunca imaginei amar tanto uma barriga em crescimento!
A Lívia nasceu dia 10 de dezembro de 2012, com 37 semanas e 5dias de cesária. As minhas contrações foram se intensificando a cada dia e eu já não conseguia mais ficar deitada de tanta dor. Fizemos um cardiotoco, exame que avalia as contrações e os batimentos cardíacos do bebê e percebemos que os batimentos da Lívia estavam cada vez mais fracos depois das contrações violentas. O problema: nem sinal de dilatação. Esperamos mais alguns dias e nada. Assim, a cesária mostrou sua cara.
A nossa amadinha nasceu e encheu nossos dias de alegrias, e nossas vidas viraram de cabeça pra baixo! Ninguém sabe o que é ter um bebê até ter um, certo? Fraldas, choros, mamadas, chupeta, berço, sono, banhos, etc, etc, etc. Tanta coisa nova, tanta coisa a aprender, tantas dúvidas, tanto caos!
E assim, conforme os dias passam, a Lívia cresce e a mamãe enlouquece!
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