Como já postei anteriormente, a Lívia nasceu dia 10 de dezembro de 2012, uma segunda-feira, em uma maternidade de Campinas - SP. Foi tudo lindo, perfeito (dentro do possível, já que precisei de umas cesária)! A pequena foi para o quarto quando voltei da recuperação da anestesia e nunca senti emoção maior na minha vida do que quando a minha filha abocanhou meu peito e comeceu a mamar. Um pouco desajeitada, mas muito fofa!Não senti grandes dificuldades, mas notei que só saia o colostro (aquele primeiro "leite, mais ralo e cheio de anticorpos).
Até aí tudo bem. No dia da alta hospitalar, na quarta-feira, tudo pronto para irmos embora, só faltava a alta do pediatra. Eis que ela chega com uma cara de velório e diz que minha filha perdeu muito peso e por muito pouco não teria que ficar internada mais uns dias. Ela nasceu com 2790gr e saiu com 2490gr. De acordo com a pediatra eles não podem dar alta para bebês com menos de 2500gr.
Disseram que a minha bebê tinha a língua presa e que por isso não estava mamando direito. Precisávamos sair da maternidade e passar direto comprar uma fórmula pra dar na mamadeira pra ela e marcar um pediatra para dali a 3 dias! Ficamos arrasados... e revoltados! Por que ninguém me avisou antes que minha filha estava perdendo tanto peso? Por que deixaram pra ver isso no dia da alta? Que raiva!!!!!
Saímos direto para a farmácia e compramos a fórmula e, chegando em casa, tentamos dar para a pequena. Que desastre, mais leite pra fora do que pra dentro e uma dificuldade enorme de pegar o bico da mamadeira!
Pensei, pensei e pensei... coversei muito com o marido e decidimos: vamos tentar só o peito e ver no que dá! Já havia lido que raramente língua presa prejudica a amamentação!
Resultado: a Lívia ganhou peso, ficou super forte e não pega a mamadeira até hoje!
O que quero dizer com isso é que devemos confiar no nosso instinto e ter um pensamento crítico para não confiar no julgamento de um único médico! Se fosse pela pediatra da maternidade (que não notou a perda de peso da minha filha antes do dia de ir pra casa) a minha bebê estaria tomando fórmula sem necessidade e não estaria mais mamando no peito! Sem contar o estresse que nos causou nos dias que deveriam ser os mais felizes de nossas vidas!
Chegar em casa com um bebê recém-nascido já é complicado, dá um medinho de não fazer as coisas certas, agora chegar assustada porque sua filha passa fome já é demais, né?
Ainda bem que deu tudo certo!
Temos mais histórias caóticas para contar, mas fica pra outro post!
Até aí tudo bem. No dia da alta hospitalar, na quarta-feira, tudo pronto para irmos embora, só faltava a alta do pediatra. Eis que ela chega com uma cara de velório e diz que minha filha perdeu muito peso e por muito pouco não teria que ficar internada mais uns dias. Ela nasceu com 2790gr e saiu com 2490gr. De acordo com a pediatra eles não podem dar alta para bebês com menos de 2500gr.
Disseram que a minha bebê tinha a língua presa e que por isso não estava mamando direito. Precisávamos sair da maternidade e passar direto comprar uma fórmula pra dar na mamadeira pra ela e marcar um pediatra para dali a 3 dias! Ficamos arrasados... e revoltados! Por que ninguém me avisou antes que minha filha estava perdendo tanto peso? Por que deixaram pra ver isso no dia da alta? Que raiva!!!!!
Saímos direto para a farmácia e compramos a fórmula e, chegando em casa, tentamos dar para a pequena. Que desastre, mais leite pra fora do que pra dentro e uma dificuldade enorme de pegar o bico da mamadeira!
Pensei, pensei e pensei... coversei muito com o marido e decidimos: vamos tentar só o peito e ver no que dá! Já havia lido que raramente língua presa prejudica a amamentação!
Resultado: a Lívia ganhou peso, ficou super forte e não pega a mamadeira até hoje!
O que quero dizer com isso é que devemos confiar no nosso instinto e ter um pensamento crítico para não confiar no julgamento de um único médico! Se fosse pela pediatra da maternidade (que não notou a perda de peso da minha filha antes do dia de ir pra casa) a minha bebê estaria tomando fórmula sem necessidade e não estaria mais mamando no peito! Sem contar o estresse que nos causou nos dias que deveriam ser os mais felizes de nossas vidas!
Chegar em casa com um bebê recém-nascido já é complicado, dá um medinho de não fazer as coisas certas, agora chegar assustada porque sua filha passa fome já é demais, né?
Ainda bem que deu tudo certo!
Temos mais histórias caóticas para contar, mas fica pra outro post!
Revolta saber que muitas vezes 'pagamos' pelo serviço de uma pessoa que se diz profissional, mas age com ausência de tato, o que faz por emdúvida sua competência para exercer o trabalho que faz!
ResponderExcluirTanto desgaste prá nada!
Marisa